Operação desarticulou esquema que movimentou R$ 500 milhões em 4 anos e usava portos catarinenses para exportar droga

A prisão faz parte de uma megaoperação que desarticulou um esquema sofisticado de exportação de drogas pelos portos catarinenses. Ao todo, 18 pessoas foram presas em 12 cidades de Santa Catarina, Paraná e Minas Gerais. Outros dois mergulhadores foram detidos em Tijucas e São Francisco do Sul — os três faziam o mesmo trabalho: mergulhar de madrugada e prender tabletes de cocaína nos cascos de navios que seguiriam para a Europa.
A investigação começou em 2023, depois que a PF flagrou movimentações suspeitas nas áreas portuárias de Navegantes, Itapoá e Imbituba. O grupo não usava um método só: ora escondia droga dentro de paletes de madeira e sacos de ração, ora criava empresas fantasmas para simular exportações legais. A contratação de mergulhadores profissionais foi o que mais chamou atenção dos investigadores.
Ao longo da investigação, 4,6 toneladas de cocaína foram apreendidas e sete pessoas já haviam sido presas em flagrante antes da operação desta terça. A Justiça autorizou o bloqueio de R$ 646 milhões em contas e bens do grupo — incluindo carros de luxo. Segundo a PF, o esquema movimentou mais de R$ 500 milhões nos últimos quatro anos.
Durante as buscas, a polícia também apreendeu um arsenal pesado: fuzis, pistolas, granadas, uma metralhadora e grande quantidade de munição. O Porto de Imbituba, um dos principais corredores de exportação do Sul do país, virou alvo de organizações criminosas justamente por causa do volume intenso de cargas que passa por aqui — o que facilita camuflar envios ilegais no meio de produtos legítimos. Os presos estão à disposição da Justiça.
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