Suspeito foi preso pela PM logo após o crime com antecedentes por furto, ameaça e descumprimento de medida protetiva; processo corre em sigilo

Karina Schirmer Soares, de 33 anos, faleceu em maio de 2026. Ela havia sido agredida e roubada em um motel de Brusque, no final de fevereiro. O ataque a deixou em estado grave, resultando em internação por dois meses até seu falecimento.
A polícia aponta que o agressor a golpeou na cabeça, causando um afundamento de crânio. Também havia indícios de estrangulamento e tentativa de sufocamento, o que agravou seu estado. Após o crime, ele fugiu levando pertences de Karina.
Logo após o incidente, a Polícia Militar localizou o suspeito em Brusque. Com um histórico de furtos e ameaças, ele foi preso. Negou ter agredido Karina, alegando que ela caiu no banheiro, e que roubou seus pertences por medo de ser preso.
Agora, o Ministério Público de Santa Catarina aguarda o atestado de óbito para confirmar se a morte de Karina está ligada às agressões. Se sim, a denúncia contra o suspeito poderá ser alterada.
Esse caso acende um alerta sobre a violência contra a mulher em Santa Catarina. Em 2024, o estado viu um aumento nos casos de feminicídio, o que pressiona as autoridades a reforçarem medidas de proteção e segurança, inclusive em cidades como Imbituba.
Entra pra deixar sua opinião nesta matéria.
Nenhum comentário ainda. Solta o primeiro.
BreakingUm incêndio destruiu quatro apartamentos num prédio de dois andares em Ibiraquera, Imbituba. Bombeiros usaram 20 mil litros de água para controlar as chamas.
BreakingUm confronto na Avenida Marieta Konder Bornhausen resultou em dois feridos por disparos. O incidente destaca falhas na segurança noturna de Imbituba.

Caminhão tomba na BR-101 em Imbituba, espalha madeira e bloqueia faixas. Motorista tem ferimentos leves.

Um levantamento divulgado pelo portal Metrópoles revela que 57% dos brasileiros já mudaram a própria rotina por causa do medo da violência — e que 9 em cada 10 cidadãos temem ao menos um tipo de crime. Os dados reforçam um cenário de insegurança percebida que, mesmo sem recorte local, ressoa no cotidiano de quem vive no Litoral Sul catarinense.